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Integrações

Integrações de API e webhooks para gateway.
Apps e processadores têm papéis distintos.

Seu sistema faz uma solicitação pela API. Um webhook informa o que mudou. Um app amplia a rotina do seller. A adquirência processa o pagamento. Entenda como essas peças trabalham juntas.

[ 01 / 7 ]Ecossistema

Do sistema que você usa
ao pagamento que sua base recebe.

Uma integração de negócio e uma conexão com um processador resolvem problemas diferentes — e podem fazer parte da mesma operação.

01

Do gateway para o seu sistema

ERP, plataforma de vendas ou serviço interno: a API permite executar ações e consultar recursos autorizados. Os webhooks levam as mudanças de estado ao seu backend para alimentar os próximos passos.

Ecossistema de conexões da operação Paragan

Representação conceitual de sistemas próprios e responsabilidades; não é um catálogo de integrações homologadas.

02

Da operação para a adquirência

A conexão com processadores pertence à camada de pagamentos. Meios, funcionalidades e rotas elegíveis dependem do parceiro e da configuração habilitada no gateway; não são apps instalados pelo seller.

Conhecer a multiadquirência
Representação da camada de adquirência e das rotas de pagamento

Ilustração conceitual: marcas e rotas representadas não confirmam disponibilidade ou homologação de parceiros.

[ 02 / 7 ]API e acesso

O acesso acompanha a responsabilidade.
Sessão de usuário não é chave de integração.

O contrato da API define recursos, permissões e operações por escopo. O acesso do gateway administra sua operação; o do seller atua nos recursos autorizados da própria conta.

[ 03 / 7 ]Eventos e entregas

Um evento acontece.
Seu sistema sabe como reagir.

Mudanças de pagamento e outros eventos assinados permitem conectar a operação aos seus processos, sem depender de consultas contínuas para descobrir cada atualização.

01

Evento → entrega → ação

Você configura o destino e os eventos relevantes. A Paragan envia a notificação; seu backend valida a origem e decide qual processo executar.

Fluxo entre evento, entrega de webhook e reação do sistema integrado

Fluxo conceitual; eventos, recursos e capacidades dependem do contrato e da configuração da operação.

  • 01

    Validar antes de agir

    Confira a assinatura HMAC sobre o corpo original e o timestamp. Registre o evento com segurança antes de confirmar o recebimento e processar a ação.

  • 02

    Preparar para repetição e ordem variável

    Identifique repetições pelo identificador do evento e torne a ação idempotente. Uma nova entrega não significa um novo negócio, e a ordem de chegada não é garantida.

  • 03

    Acompanhar o que foi entregue

    Tentativas, histórico de entregas e reenvio ajudam a investigar falhas. A rotação do segredo faz parte da manutenção do receptor.

[ 04 / 7 ]Apps dos sellers

Extensões para a rotina da sua base.
Com autorização do seller.

O catálogo reúne extensões com finalidade e permissões definidas. O seller escolhe o que faz sentido para sua rotina e mantém o controle sobre os acessos concedidos.

01

Instalação, permissões e controle

O seller consulta os apps disponíveis, revisa as permissões solicitadas e autoriza a instalação. Pode desinstalar a extensão quando ela deixar de fazer parte da operação.

Ver a experiência de checkout
Representação das conexões e automações na rotina dos sellers

Representação conceitual de permissões e extensões; não apresenta um catálogo de parceiros homologados.

  • 01

    Conhecer antes de autorizar

    Consulte a finalidade, a versão e as permissões de cada app disponível. Uma atualização que solicite novos acessos exige revisar o consentimento antes de continuar.

  • 02

    Construir o que é próprio do negócio

    Se a rotina exige regras específicas do seu sistema, combine API e eventos. A lógica da automação fica no serviço que recebe e processa essas informações.

[ 05 / 7 ]Preparação técnica

Conectar é o começo.
Operar bem exige continuidade.

Filas e processamento assíncrono fazem parte da arquitetura. Na integração, planeje também o que acontece quando uma resposta demora, um evento se repete ou um serviço fica indisponível.

  1. Definir o contexto

    Mapeie quem executa cada ação, os recursos necessários e as permissões mínimas. Confirme os meios e parceiros habilitados para o projeto.

  2. Preservar a operação

    Nas mutações que exigem idempotência, use uma chave por operação lógica e mantenha a mesma chave e o mesmo conteúdo nas retentativas.

  3. Tratar as exceções

    Diferencie falha de validação, permissão e indisponibilidade. Respeite os limites de chamadas e o intervalo informado ao receber uma resposta 429.

  4. Manter rastreabilidade

    Correlacione recursos e eventos, registre o identificador da requisição nos erros e acompanhe as entregas. Não grave segredos nos logs.

[ 06 / 7 ]Dúvidas de integração

Escolha o caminho.
Sem misturar as camadas.

Não necessariamente. Os painéis e o checkout atendem às rotinas do produto. Apps disponíveis podem ampliar usos específicos. A integração própria entra quando outro sistema precisa executar ações ou receber informações automaticamente.

[ 07 / 7 ]Próximos passos

Da conexão ao projeto.
Veja o restante da operação.